“Malditos! Malditos! Malditos! Três vezes malditos!”, gritava a rainha sobre o cadáver de seu filho. Ela o acolheu em seus braços e inutilmente o ninava da mesma forma que fazia quando ele era apenas um bebê. Por toda aquela noite ela chorou pela morte de seu querido e único filho. Seu pranto foi grande e doloroso. Mas não maior do que seu ódio e sua sede por vingança. “Malditos! Malditos! Malditos! Três vezes malditos! Eu terei o sangue deles em minhas mãos, assim como eles tiveram o seu, meu pequeno e lindo príncipe! Eu lhe prometo por essas paredes ancestrais que nos cercam! Essa noite, os malditos saberão porque eles temem a noite!”. E ainda ninando o corpo de seu filho, ela chorou e seu urro ecoou por toda a caverna.
CONTINUA…










eu queria asistir um filme da a rainha do pantano k a muito tempo nao asistir